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Juventude que faz a diferença

Intercâmbio: conselhos e dicas de quem busca ser bem sucedido

Pessoas bem sucedidas alcançaram tais posições porque “correram atrás” de seus sonhos, buscaram alternativas e oportunidades e enquanto não as tiveram aperfeiçoaram-se e especializaram-se, ou seja, prepararam-se para a oportunidade. Ser bem sucedido não significa, especificamente, ter um retorno financeiro alto, mas também, ter qualidade de vida e ser feliz com o que se faz. Ter opções de escolha e sentir-se bem.

O mercado de trabalho é altamente competitivo e as vagas são preenchidas em ritmo rápido. As empresas procuram profissionais altamente qualificados, que estejam à frente dos que têm potencial, mas ainda precisam ser lapidados. O perfil que as empresas procuram é de pessoas com capacidade de se adaptar, ser versátil, proativo, ou seja, uma pessoa que não espera os problemas acontecerem para tomar uma decisão ou atitude. Elas tomam a frente da situação para resolvê-las da maneira mais eficiente possível. Essa capacidade desenvolve-se adquirindo a maior gama de conhecimentos possíveis. E além de línguas estrangeiras, muita leitura de qualidade, informática e outros cursos, uma das formas interessantes de preparar-se é o intercâmbio.

A administradora de empresas Jamile Siqueira,30, nasceu em a href=http://guararematem.com.br/ target=_blankGuararema/a e resolveu mudar para a Florida para continuar os estudos e buscar um novo caminho. A irmã dela já morava em Orlando e o acolhimento foi certo. Jamile conta que uma das vantagens de se morar no exterior é a segurança: “Com certeza é uma das vantagens dos EUA, você corre menos riscos de ser assaltado quando para em um sinal vermelho ou quando cruza uma rua qualquer”. E o grande diferencial é quanto à qualidade de vida: “Para se trabalhar, aqui não vejo discriminação por idade como eu via no Brasil. Por exemplo, na Disney têm pessoas de todos os sexos, idade e raças trabalhando… É um mix cultural muito bonito”. Porém, segundo Jamile, a vida social com família e amigos fica a desejar pois todos trabalham o tempo todo em horários diferentes. E ela ainda conta que já passou por catástrofes naturais como furacões e terremotos.

Jamile está em uma empresa já há 10 anos e pretende continuar lá com sua família. “Amo muito o que faço”, conta Jamile. “Antes de viajar recomendo tirar um visto de trabalho americano. Uma empresa americana ou brasileira te contrata para você vir trabalhar nos EUA legalmente. Também existe o Visto de Estudo que você adquire quando paga um curso em uma escola ou universidade e vem estudar. E também tem o Visto “Au Pairs” pelo qual você vem para trabalhar na casa de uma família americana com moradia e alimentação inclusos e ganha duzentos dólares por semana além do curso de inglês pago pela família americana! Já o Visto de Intercâmbio é para você morar na casa de uma família americana e fazer um curso intensivo de Inglês”.

E para quem quer este tipo de intercâmbio, Jamile dá a dica de que a Disney tem um programa muito bom. “A STB, operadora autorizada no Brasil a cuidar dos programas de intercâmbio de trabalho na Disney e o mais popular é o Internacional College Program ou ICP, pré-requisito para os demais intercâmbios do mesmo tipo e com destino à Orlando . Após o ICP, o intercambista pode retornar para participar dos programas Guest Relation Program, onde trabalha como representante cultural de seu país na Disney; Super Greeter, no qual o profissional treina equipes e guia grupos de turistas brasileiros, e do Hospitality Certificate Program, onde o profissional graduado em turismo, hotelaria ou administração trabalha nos parques e estuda durante um semestre no Rosen College of Hospitality Managementry”.***

Murillo Grant, 21, jornalista, nascido em São Paulo, fez o intercâmbio com 16 anos, em 2010. “Fiquei numa cidadezinha chamada Fargo, no interior do estado de Oklahoma”, conta Murillo, “Foi a melhor experiência que já vivi. Além de pegar fluência no inglês, tive oportunidade de vivenciar coisas diferentes, como jogar baseball e ter aulas de agricultura e animais na escola (por se tratar de uma escola do interior do país, essas matérias eram comuns por lá)”. E Murillo reforça: “As vantagens são incontáveis. Além de pegar fluência na língua inglesa, se aprende a ser mais responsável e a se virar sozinho. Coisas simples como limpar a casa, lavar a sua própria roupa, arrumar o quarto ajudaram a ter mais disciplina com relação às tarefas de casa. Outra vantagem é justamente o nome do programa: intercâmbio cultural. A troca de culturas, conversar sobre os diferentes costumes e apresentá-los uns para os outros é fundamental e divertido”. E quanto às dificuldades, são superáveis: “A princípio, a dificuldade é não dominar fluentemente a língua. Desta maneira, o começo se torna muito complicado pelo fato de você não conseguir se expressar direito. Isto é a pior coisa. Mas é a melhor maneira de aprender. Outra dificuldade é que você não sabe o que vai acontecer. Vai para os Estados Unidos sem conhecer ninguém, se a sua família vai recebê-lo bem, se as pessoas na escola vão te aceitar por ser brasileiro, etc…”

Mas algumas coisas fazem muita diferença na hora de acertar. Murillo aconselha a pesquisar, ler muito sobre o tema e tentar ouvir o máximo de pessoas possíveis sobre o intercâmbio. “O intercâmbio, pra onde quer que seja o lugar, com certeza será um diferencial na sua vida, tanto como pessoal, quanto cultural e profissional”, conclui Murillo.

E Jamile que já fixou sua vida nos EUA, diz que é bom lembrar “que tudo é possível na vida. Nada vem fácil. Não podemos parar de sonhar, pois são com metas e planejamento que conseguimos as conquistas. Idade é somente um número. Não somente jovens podem fazer um intercâmbio. Se você tem um sonho, não desista. Nunca deixe alguém dizer, que não pode fazer algo. Você pode tudo, quebre barreiras, corra atrás de seus desejos e boa sorte a você que está pensando morar em outro país”.

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Por Valéria Campanholle Parra – Jornalista – Editora D Guararema

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