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O Empreendedorismo em Guararema

Desde 1939, sempre apaixonante!

Guararema chega aos 118 anos, cada vez mais linda e atraente. A Pérola do Vale sempre teve detalhes bem peculiares que vão se propagando no tempo em forma de natureza e construções que vão se transformando e modificando a paisagem da cidade que, mesmo assim, preserva várias tradições e multiplica, entre os que chegam para morar ou passear, o amor por Guararema! Difícil não se apaixonar.

E entre todas estas transformações, o Guararema Tem procurou fontes que pudessem nos contar como era Guararema antes, bem lá atrás… De 1939 para cá… O que tinha para oferecer tanto aconchego a quem estava por aqui.

Pense na Rua 19 de Setembro. Ali bem em frente de onde hoje é a Estação Literária, havia o Armazém do Tenente Garcia. E em frente deste armazém estava o Armazém do Chico Leite.

Bem ao lado da Estação de Trem, onde recentemente foi uma pizzaria, havia o Armazém de Escolástico Usier e onde hoje é o bar do Maguila, ficava o Armazém do Sr. Elias.

A Rua Major Paula Lopes era bem frequentada por causa da padaria do Manoel Marques (onde atualmente é a loja do fotógrafo, Seu Júlio).

E muita gente se lembra do sequilho muito gostoso feito pelo Chico Padeiro, que ficava próximo de onde é atualmente o Armazém do Torralbo. Depois surgiram, no Calçadão, a Padaria Barros e a Padaria Meireles.

 

FALANDO EM MODAS…

Indo para a área de modas, a loja mais antiga de Guararema e que funciona até hoje é a Jú Modas. Judith começou em 1958 dando aula de corte e costura. Ela também vendia cortes de tecido, tecidos diversos e aviamentos. A loja ficava no porão ao lado de onde hoje é a Estação Literária. Embora Judith tenha começado em 1958, somente em 10 de maio 1968, a loja foi regularizada.

Em 1977, Judith construiu o prédio da loja Jú Modas e ali está até hoje, no Calçadão. Quem precisava de roupas de festas, encontrava ali! Masculinas e femininas.

Sr. Armindo é marido de Dona Judith e nasceu em 8 de Setembro de 1929. Ele conta que dos 12 aos 14 anos ele tirava leite onde hoje é a Praça Deoclésia. Depois, até os 26 anos, ele teve um açougue no Mercadão da cidade. E com 26 anos, foi para a Fazenda Capoeirinha tirar leite e fazer de tudo um pouco, até completar 56 anos. Em 1991, Sr. Armindo assumiu a loja da esposa.

Perguntamos a ele qual o segredo de ter a loja há tanto tempo e não demorou para responder que trabalha com muito amor e carinho para seus clientes!

Comentários (3)
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  1. Luiz Carlos Hecker (Kinkas)

    Me lembro bem do Sr. Armindo e da Da. Judith, tivemos propriedade em Guararema de 1957 a 2005!!! O Mané Marques era uma figura folclórica da cidade, grande contador de histórias!!!

  2. Sebastião Leme da Silva

    Nasci em Guararema e tenho muitas saudades da Guararema dos anos 60 e 70 época de minha infancia e adolecencia e essas fotos antigas trazem grandes recordações.Me lembro muito do mercadão,do comércio da r major paula lopes atual calçadão.Do armazem do sr Ramiro,do bar do joão sem braço,dos deliciosos bolinho de carne feito pela dona Ana do sr paulinho do botequim..e tantos outros..parabens pela pagina e por tudo que publicam

  3. Sebastião Leme da Silva

    ebastião Leme da Silva – 21 de Abril de 2018
    Nasci em Guararema e tenho muitas saudades da Guararema dos anos 60 e 70 época de minha infancia e adolecencia e essas fotos antigas trazem grandes recordações.Me lembro muito do mercadão,do comércio da r major paula lopes atual calçadão.Do armazem do sr Ramiro,do bar do joão sem braço,dos deliciosos bolinho de carne feito pela dona Ana do sr paulinho do botequim..e tantos outros..parabens pela pagina e por tudo que publicam