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Seu Doca, o Corinthiano

Ele já faz parte da história de Guararema

Doca começou a trabalhar com 12 anos no bar do seu pai Valdomiro Marcondes. O bar era, onde hoje é o Mercadinho “Barão”, chamava-se “Empório Central”. Ele trabalhou lá até 1973.

De 1973 a 79 Sr. Doca trabalhou na “Rock Wool Bras SA – Indústria Termo Acústicos” no bairro Itapema, hoje essa mesma empresa chama-se “Rock Fibras”.

Sr. Doca tinha problemas com a bebida, seu chefe pedia para não beber no trabalho, mas alguns amigos levavam bebida e ofereciam para ele. Doca foi afastado do trabalho por causa do alcoolismo. Foi quando o senhor *Maximino, conhecido como “Melinho”, e um dos grandes amigos de Doca quando ninguém mais acreditava nele, lhe deu uma chance. Melinho “deu” um bar (ironicamente) para que ele voltasse a trabalhar e parasse de beber. O acordo foi que Doca pagaria quando pudesse. (Doca conseguiu pagar em 10 anos)

*O senhor Maximino de Melo também foi o dono do “Atlas” em span style=color: #3366ff;a style=color: #3366ff; href=http://guararematem.com.br/ target=_blankGuararema/a/spanspan style=text-decoration: underline;span style=color: #000000; text-decoration: underline;,/span/span para quem acompanha o Jornal D Guararema, pôde ler a matéria sobre o “Serviço de Alto Falantes Altas” span style=text-decoration: underline;span style=color: #000000; text-decoration: underline;a style=color: #000000; text-decoration: underline; href=http://guararematem.com.br/atlas-de-guararema/ target=_blank(veja aqui a matéria)/a/span/span

Na segunda-feira da mesma semana que assumiria o bar, ele começou a frequentar o “AA” (Alcoólatras Anônimos) em Mogi das Cruzes e nunca mais bebeu! No sábado, antes do “Dia dos Pais”, Sr. Doca abriu o bar na Rua 19 de Setembro, 304 onde é até hoje.

Nesse mesmo prédio funcionaram outros bares, e nos fundos algumas vezes funcionava um restaurante. Doca cita o nome ou apelido de alguns proprietários, Oliveira, “Zam” e o último foi o Roberto gênro do Hélio Benitez.

Foi assaltado três vezes! Uma vez o ameaçaram com uma faca, outra com revólver, e outra quando o bar estava em reforma, o ladrão o surpreendeu enfiando a mão no seu bolso, e dizendo: – Passa o dinheiro “seu Doca!”

Sr. Doca:

– Na hora eu achei que era brincadeira, porque me chamou de “seu Doca”, mas não vi a pessoa, não sei se era jovem, se era alto ou baixo, e não reconheci a voz.

E quanto a paixão pelo Corinthians?

Sr. Doca diz que já nasceu corinthiano, mas conta que seu irmão mais velho Benedito Marcondes era corinthiano e sempre escrevia o nome do Corinthians no futebol de botão. Talvez o irmão tenha influenciado. Doca diz que não gosta de futebol, ele gosta mesmo é do Corinthians, só assiste jogo do Corinthians, no máximo assiste o Brasil na Copa.

De onde vem o costume de usar o chapéu palha?

Havia um político “Cunha Bueno” que distribuía algo como um broche, o símbolo dele era um chapéu de palha.Doca conta que passou a usar o chapéu de palha nessa época, quando os homens ainda tinham o costume de usar chapéu. Se você quiser um chapéu como o que “Seu Doca” usa, você pode comprar no bar um por R$ 7,00.

Doca é apelido?

Sim, o nome dele é Pedro Marcondes. O apelido surgiu porque sua mãe o chamava de “Pedroca”, e logo a criançada passou a chama-lo de Doca.

Comentários (1)
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  1. Wilson José de Morais

    Que linda homenagem fizeram a esse grande amigo. Meu pai trabalhou com esse Sr. Ele sempre elogiava o companheiro legal. Quantas vezes eu comia sanduíche e tomava guaraná no seu bar. Ele me fiado. Surpresa saber que ele ainda vive. Que Deus lhe dê muitos de vida. Abraço pra você, grande amigo.